quarta-feira, março 29, 2006

repetindo

Reclamando do ritmo lento de um filme, Ana Ana Marina foi embora de seus próprios pensamentos, e de ônibus, parando de ponto em ponto e repetindo mil vezes a mesma idéia, pois o eco a gruda nas paredes do estomago. Fuma fuma Ana Ana, saia de cima dessa pompa toda e corre entre as verdades mais arroz com feijão, que nada de molho adoça o que não tem noção da sua base, do seu chão. Vigia menina, suas cores já estão tomando aquele tom pastel que bem bem você tentou chegar com filosofia de facão. Não tem brilho não, e era mesmo o brilho que você queria ofuscar, deixar reluzindo lindo lindo lá no seu passado passado passado passado, que agora é novo novo novo, amigos, chopinho, vestido de florzinha.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

eu nunca mais vou fumar da mesma forma!! hahahahaa
tido: fica aí no chão, que não é a teoria que faz vc! hahahaha
amei, ju! :*

12:51 AM  

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